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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

III Noite das Artes e premiação!


            Olá! Lembram quando nós nos despedimos todas chorosas e demos por encerrado todas as nossas postagens aqui no Monopólio do Zé? Então nós estamos de volta com mais um post que saiu meio fora do planejado. As aulas já acabaram a mais de duas semanas, as notas estão fechadas e agora todo o grupo estava focado nos vestibulares e esperando ansiosamente o resultado fruto de um ano de estudo.
            Até ai tudo está normal e vocês devem estar se perguntando o que estamos fazendo aqui com mais uma postagem. Tudo bem eu vou explicar, mas a história é um pouco comprida, então calma.
            Como alguns de vocês devem saber o blog foi criado como um trabalho para todo o 3º colegial no colégio Universitas, e a idéia era a de que cada uma das cinco classes ministrasse um blog. Foi assim que ele surgiu, e durante seis meses foi ganhando forma. Vocês podem ver mais sobre isso clicando no link sobre os autores acima. Certo, ainda não expliquei o motivo de termos voltado para fazer essa última postagem, mas já estou chegando lá.
            Terça (11/12/12) no nosso colégio foi realizada a III Noite das Artes onde pudemos ver uma incrível apresentação do grupo de circo e uma apresentação ministrada pelas optativas de teatro e dança de Salão do colégio. Depois dessas duas apresentações incríveis que foram em grande parte o sucesso da noite chegou o grande momento, o das premiações.
 
Circo
 
             Teatro                  
 
                                                             Dança de Salão
 
            Houve a premiação do concurso "Sonhos, Grilos e Paixões" do 1º e do 3º ano onde um dos grupos premiados foi de membros aqui do blog. As garotas do Surfistas de Micro-ondas foram premiadas pelo melhor vídeo (está postado aqui no blog com o titulo O Despertar) junto com outro grupo do terceiro ano. De qualquer modo, parabéns as garotas pela conquista, elas realmente se esforçaram para isso.
            Porém o motivo do post não é esse, depois das premiações houve outra, mas para o trabalho do  terceiro ano. Estamos falando do blog da sala, deste blog em que vocês estão lendo esta mesma postagem. A professora Alessandra (Alê, linda haha) – uma das principais ministradoras desse projeto – começou explicando os critérios que os juízes adotaram e que o blog Monopólio do Zé se destacou dos demais pelo numero de visualizações, postagens e qualidade dos posts. Por isso este blog merece algumas estrelinhas, porque trabalharamos muito para ganhar este status.
            O motivo de ser logo o Information Kingdom a estar postando é que como o nosso grupo foi o que teve o maior numero de postagens e optamos por seguir uma linha diferente utilizando filmes e animes ajustados a matérias do colégio para ajudar os nossos colegas a estudar para as provas e vestibulares. Por este motivo o nosso grupo recebeu um prêmio com certificado e um premio pelo trabalho bem feito.
            Agradecemos a todos os leitores dos 25 países que compõe as mais de 17 mil visualizações e aos nossos professores que sempre nos incentivaram a continuar, e nos ajudaram em cada postagem sempre que surgia uma dúvida.
            Esse blog foi muito importante, mas não acho que ganhar o premio pôs um ponto final em tudo o que ele significou. Esse blog tem um pedacinho de cada aluno que dedicou um pouco do seu tempo para postar algo aqui. O tempo pode passar, mas o que é publicado na internet é eterno e quando sentirmos falta do Ensino Médio, tenho certeza que dar uma olhada no que nós considerávamos importante o suficiente para vir para o blog vai nos ajudar.
            Bem este é o fim, foi uma honra para nós! Um beijo das bloggeiras do Information Kingdom:

Luizi Tavares
Marcella Antunes
Mariana Dagaz
Núria Della Volpe

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Acho que isso é um adeus...






            É estranho pensar que esse é  o meu último post no Monopólio do Zé, no inicio do ano assistimos ao filme Sociedade dos Poetas Mortas e ouvimos pela primeira vez apenas alguns boatos do que seria um dos melhores trabalhos que já tivemos. Faz  menos de 6 meses que o blog foi criado e mesmo assim é estranho se despedir dele. Acho que justamente porque estou me despedindo de mais coisas do que eu realmente gostaria.
            Esse não foi apenas mais um trabalho normal do colégio, cada um dos até agora 106 post descreve um pouco sobre os 35 alunos da classe José Saramago :o que pensam, com o que se importam. Dizem que um escritor costuma revelar sobre si mesmo muito mais do que gostaria quando escreve e acho que isso aconteceu com cada um de nós.
            Hoje não estou finalizando apenas um trabalho, estou finalizando o meu ultimo trabalho como estudante do 3º colegial, é o meu ultimo trabalho do colégio. Um pouco dramático não? Acho que me sinto assim pensando que amanhã é o meu ultimo provão. Ando pensando bastante nisso, o fim, me dá uma sensação estranha. Já pararam para pensar em quem são? Em quem já foram?
            Não somos as mesmas pessoas que entraram no primeiro colegial a 2 anos atrás, nós mudamos e ainda vamos mudar muito. Mas o quanto vamos mudar? O que deixamos para trás? Acho que o que nunca vai mudar em cada um de nós é a nossa essência, existe algo que guardamos desde crianças e levaremos até o nosso ultimo suspiro.
            Mas não é sobre isso que vim falar aqui no meu ultimo post, do grupo Information Kingdom eu sempre fui a responsável por postar sobre animes e tudo bem que algumas vezes eu postei sobre filmes e atualidades mas uns 90% das minhas postagens foram sobre animes. Alguns desses animes eu não via a muito tempo e ao assistir aos episódios me bateu uma saudade da época que eu chegava do balé e corria para assistir Sakura Card Captors, da época em que eu ficava na casa dos meus avós após as aulas e jantava vendo Shaman King. Naquela época eu tinha milhares de sonhos, não desisti totalmente deles, mas também não é sobre isso que eu quero falar.
            Sabe acho que quando estamos terminando algo – principalmente um ciclo como é o meu caso – uma coisa importante é olhar para trás. A infância é algo que deve ficar no passado para que possamos crescer e amadurecer, mas não deve ser esquecida. Aprendi muitas coisas na infância, aprendi que é errado puxar o cabelo das coleguinhas, que devo usar as palavrinhas mágicas, aprendi a sorrir nas fotos e que meus amigos são minha segunda família. Já que estou fechando o ciclo do colegial e terminando para sempre a minha participação nesse blog, achei que seria uma boa idéia colocar uma lista dos meus animes favoritos que por falta de tempo ou por não conseguir adaptá-los a matérias escolas não conseguiram entrar neste blog.


Sakura Card Captors




Sakura Kinomo é um jovem estudante da cidade de Tomoeda que um dia enquanto limpava a biblioteca do pai acha por acidade um livro chamado Livro de Clow. Deste mesmo livro fogem 51 cartas levadas por uma tempestade de vento causado pela 52º carta a do Vendo que teve seu poder ativado ao ter seu nome lido pela jovem garota de 10 anos. Kerberos – ou Kero como é chamado pela protagonista – é o guardião das cartas e conta para Sakura que as cartas estão espalhadas por toda cidade e que como foi a jovem que as deixou escapar é o seu dever capturá-las.
Para ajudá-la a capturar as cartas e utilizar seus poderes Kero lhe dá um báculo mágico que se disfarça no formato de chave e mostra sua forma original quando a seguinte frase é dite:
“Báculo que guarda o poder das trevas, mostre seus verdadeiros poderes sobre nós em nome da valente Sakura que aceitou essa missão. Liberte-se!”
As cartas causam os mais variados acontecimentos na cidade, algumas vezes chegando a machucar acidentalmente algumas pessoas. Sakura conta com a ajuda da melhor amiga e prima Tomoyo (que adora filmar suas façanha e desenhar roupas lindas para ela usar) e mais tarde o protagonista masculino Syaoran Li um descendente do Mago Clow que também quer capturar as cartas.
Sakura deve passar por muitas provações para capturar as cartas, além de depois para se provar digna de ser a dona de todas as cartas. O anime tem 3 temporadas e além da trama envolvendo as cartas é possivel ver o amor entre Sakura e Syaoran ir crescendo gradativamente.




Sailor Moon



Usagi Tsukino é uma garota normal, um tanto medrosa e chorona, que um dia ela protege uma gatinha que estava sendo agredida por alguns garotos. Usagi cuida da gatinha e no meio da mesma noite a gata lhe entrega uma missão: a partir daquela noite ela deixaria de ser uma adolescente normal e se tornaria uma Sailor destinada a enfrentar demônios e se unir as outras Sailors para encontrar a princesa da Lua que está escondida em algum lugar do planeta terra. Para se transformar em sailor basta ela segurar o broche que ganhou da gata Lua e gritar:
“Pelos poderes do prisma Lunar”
Enquanto as outras sailors não aparecem quem ajuda Usagi é o misterioso Tuxedo Mask que luta usando rosas e está sempre de terno e mascara. A primeira Sailor a aparecer é Ami Mizuno (Sailor Mercúrio). As outras Sailores (de cada um dos planetas do sistema solar) vão aparecendo.
Faz muito tempo que não assisto a esse anime, mas ele é muito divertido.Uma história que mostra romance, ação e os dilemas adolescentes que só aumentam quando se tem uma identidade secreta.




História de Fantasmas



Esse anime tem um enredo totalmente diferente dos dois citados anteriormente. O tema é mais sombrio por se tratar de um anime de terror que lida com fantasmas em cada um dos 20 episódios. Sim é um anime pequeno que não fez muito sucesso no Japão, mas que aqui no Brasil fez um sucesso enorme chegando a ganhar varias vezes o Votatoon.
Os protagonistas são os dois irmãos Satsuki e Keiichiro Miyanoshita que dois anos após a morta da mãe voltam para a cidade onde seus pais se conheceram para morar na antiga casa dos avós maternos e estudar no mesmo lugar que os pais. Ou melhor no novo colégio, já que o prédio antigo (chamado pelos personagens de Escola Velha) foi desativado.
Logo no primeiro dia de aula o gato dos protagonistas foge e entra na Escola Velha, sendo seguidos pelos colegas:  Momoko, Hajime e Reo os 5 entram no colégio e descobrem que ele na verdade é assombrado e que a mãe de Satsuki fora responsável por exorcizar todos os fantasmas. No primeiro episódio eles prendem (Acidentalmente!) o fantasma Amanojaku em seu gato, no decorrer dos episódios é possivel ver que o fantasma se afeiçoa aos garotos e acaba os ajudando a exorcizar e derrotar vários fantasmas. Outra grande forma de ajuda é o diário da mãe de Satsuki que eles encontram na escola velha, neste diário está escrito como a sua dona exorcizou cada fantasma.
O final é bem triste, eu revi este anime no ultimo feriado e chorei bastante. Acho que ficaram algumas coisas pendentes que poderiam ter sido resolvidas numa segunda temporada que não aconteceu. É um anime legal, lembro que quando o assistia morria de medo de algumas partes.



Yu Yu Hakuso



 Esse anime foi um dos que eu comecei a ver porque o meu irmão via, dividíamos a televisão na casa dos meus avós e como ele assistia eu comecei a assistir também. Vou admitir tenho sorte de ter um irmão que me apresentou a esse anime incrível.
Não é romântico, é mais de ação e de luta mas ele simplesmente prende a atenção! A história é centrada no badboy Yusuke Urameshi que em um ato completamente inesperado – nem os anjos esperavam isso – o badboy salva a vida de um garotinha que iria morrer atropelado, mas com isso perde a própria vida. Mas o jovem consegue voltar a vida ao salvar uma amiga, mas é claro que as coisas não seriam tão simples assim.
Yusuke Urameshi se torna um Detetive Espiritual com o dever de combater e defender a terra dos demônios do mal que venham a se infiltrar no nosso mundo. O anime tem um ritmo que varia entre lutas e um enredo cativante, além de personagens com histórias próprias. Eles não surgem do nada na série sem história. Lembro que eu adorava o anime e suspirava pelo Kurama achando que um dia conheceria alguém igual a ele. Um sonhe de garota obviamente.



Dragon Ball



Quem nunca ouviu falar de Dragon Ball? Um dos poucos animes que conquistou garotos e garotas e que a maioria dos adolescentes ainda se lembra. Talvez se eu fosse em uma sala de aula e perguntasse dos animes assim não fosse todo mundo que lembrasse mas esse é um dos que 90% se lembra. Quase todo mundo adorava e tudo bem que são 641357431579863879832 de episódios com todas as temporadas possíveis, mas acho que ainda me lembro da abertura de algumas delas.
O protagonista é Goku um garoto que morava sozinho desde que o seu avô morreu, a busca pelas esferas começa quando Bulma vai até onde Goku mora atrás da esfera de 4 estrelas – que por acaso é a lembrança mais forte que o garotinho com rabo de macaco tem do avô – e como ele se recusa a entregar a esfera os dois acabam partindo juntos atrás das outras esferas.
Diz a lenda que se você juntar todas as 7 esferas do dragão, o poderoso dragão Shen Long vai aparecer e lhe conceder um único desejo e após realizado o dragão some e as esferas voltam a se espalhar pelo mundo. São varias temporadas cada uma com personagens  novos para ajudar Goku, novos desafios e novos inimigos. É possivel ver a sua história ele crescendo, se casando, tendo filhos, netos e depois ele como espírito. Uma saga legal que mesmo tendo milhares de episódios prendeu todos os leitores.




Yu gi oh



Este é outro anime que todo mundo gostava, tudo bem que esse ainda tinha um casal pelo qual as garotas torciam – O faraó e a Téa – mas mesmo assim o foto nunca foi o romance e isso não fazia com que as pessoas deixassem de gostar da trama.
Yugi Moto é o protagonista um garoto que mora com o avô e que ganha do mesmo o raro enigma do milênio. Ao terminar de montar o quebra-cabeça e usá-lo como colar é liberado o Espírito do Faraó. Esse espírito ajuda Yugi quando ele duela contra alguém em Monstros do Duelo.
Monstros de Duelo foi um jogo muito popular de cartas que existiu graças ao anime e foi comercializado por toda parte. Você podia comprar decks completos do seu personagem favorito, podia comprar nas bancas as sortidas que vinham em envelopes. A história tinha vários inimigos e o mistério de descobrir sobre o passado do Faraó já que o mesmo não se lembra de nada, nem se deu próprio nome.
Este é outro anime que tem um ultimo episódio para chorar. Nele é descoberto que o único jeito do espírito do Faraó se unir aos seus amigos e descansar em paz é ele perdendo um duelo para o jovem Yugi Moto. Se o Faraó perder ele poderá descansar em paz, mas se ganhar vai provar que Yugi não está pronto para encarar o mundo sozinho e o espírito ficará mais 5 mil anos vagando pela terra. Enquanto o duelo ocorre é descoberto que Yugi e Atem (O verdadeiro nome do Faraó) são duas metades da mesma alma: uma agressivo e auto-confiante, o outro tímido e sem confiança em si mesmo. Um aprendeu com o outro aquilo que faltava em si mesmo e o mais importante, todos os duelos anteriores os  prepararam para este duelo.
O duelo é difícil pois por um lado Atem queria perder e poder descansar em paz, mas isso não quer dizer que ele não dava tudo de si pois se perdesse propositalmente estaria deixando seu melhor amigo despreparado e sozinho. No golpe final Yugi teve que reunir coragem para derrotar o Faraó e assim dizer adeus para o seu mais melhor e mais intimo amigo.






Pokémon



Em tempos desconhecidos, criaturas estranhas apareceram nesse planeta. Nós os chamamos de Pokémon. Por muitos anos, incontáveis espécies de Pokémon se desenvolveram. Pesquisadores procuraram e identificaram centenas dessas criaturas. E ainda há muitas mais para serem descobertas. Muitas histórias foram passadas contando as extraordinárias aventuras que os humanos compartilham com seus amigos Pokémon. Também houve conflitos, mas através das eras, aprendemos a viver em harmonia e assim a história continua…

            Esse é outro dos desenhos febres que encantou milhares de pessoas. O sucesso foi tanto que teve uma época que ao comprar um guaraná você ganhava de brinde um mini Pokémon vou admitir eu colecionava muitos deles.
            Vou fazer um resumo bem básico do desenho porque acho que todos o conhecem (sei que não é um anime, mas é um crime falar da minha infância sem mencionar Pokémon!). Ash é um garoto de 13 anos que parte em uma jornada para se tornar um mestre Pokémon com o seu primeiro Pokémon o indomável Pikachu que se recusa a ficar dentro de uma pokebola (onde todos os pokemons ficam quando não vão duelar). Ash descobre sobre a Liga Pokémon e decide participar do tornei e para isso precisa juntar as 8 insígnias de ginásio. Juntam-se ao protagonista Misty (especialista em pokemons aquáticos no inicio) e Brock (pokemons de pedra). Ao passar das temporadas quem acompanhar o protagonista vai mudando assim como os campeonatos, mas isso não faz com que a história se torne menos interessante.



Fruits Basket



            Esse anime não fez parte da minha infância exatamente, na verdade ele fez parte do meu período de fundamental 1. Mas isso não o torna menos importante, a história é um romance doce e delicado em uma única temporada e que meio que ficou sem fim assim como Histórias de Fantasmas deixando algumas pontas soltas.
Este anime não é de ação, é um romance fofo ligado aos signos do zodíaco chinês. A história começa quando Honda Tohru uma adolescente de 16 anos, perde a mãe num acidente de carro e vai morar com seu avô paterno. Mas a sua casa entra em reforma e o avô vai para a casa de uma amiga, Honda não querendo ser um estorvo fala para o avô que vai ficar na casa de uma amiga. Como sabia que suas amigas não teriam condições financeiras de deixá-la ficar lá Honda começa a morar em uma barraca no meio da floresta. O que ela não sabia é que essas terras pertenciam à família de Yuuki Sohma o rapaz mais popular da escola apelidado de o príncipe.
Quando a sua barraca sofre um ferimento graças a uma tempestade a jovem fica sem ter para onde ir e a família Sohma deixa-a vir morar com eles por algum tempo, e ela decide em troca fazer os serviços domésticos da casa.Tudo ia bem, até que Kyo, outro membro da família, volta para casa e desafia Yuuki para uma luta. Nesse momento, Tohru acaba por sem querer abraçar Kyo, que se transforma num gato (o membro excluído do zodíaco).
Ela tinha descoberto o maior segredo da família Sohma, a maldição que dizia que se os membros amaldiçoados fossem abraçados pelo sexo oposto se transformariam em animais do zodíaco chinês. Com isso é mostrada a história dessa família enquanto gradativamente os representantes dos outros signos chineses começam a aparecer e também existe o mistério em torno do chefe da família.



Gravitation



Esse anime eu não vi na minha infância – não passavam animes assim na televisão – mas foi o único anime que eu vi antes de começar a escrever no Monopólio do Zé e acho que para fechar este post nada melhor do que falar sobre o ultimo anime que eu assisti, depois de ter falar do sobre todos os que marcaram a minha infância.
Shuichi Shindo, é um jovem cantor membro de banda com seu melhor amigo, Hiroshi Nakano, chamada de Bad Luck. O sonho de Shuichi é que sua banda seja tão boa quando a banda de seu ídolo a Nittle Grasper. Infelizmente o jovem não é bom para escrever letras de música e por obra do destino (ou pelo poder da gravitação) ele se deparou com um homem loiro de olhos verdes, sério e frio. A princípio não sabia o nome deste homem, que leu uma de suas letras e disse coisas humilhantes, mas logo que o viu na TV, soube que era um romancista famoso, Yuki Eiri. Sem pensar duas vezes foi atrás de Yuki. E foi com um beijo que iniciou-se esta comédia romântica, onde Shūichi tenta conhecer mais sobre o homem que ama e ultrapassar obstáculos em sua carreira musical e Yuki que tenta esquecer de seu passado trágico.



Bem é isso, agora depois de 6 páginas no Word eu me despeço desse blog que foi super importante para mim. Esse trabalho com toda certeza está na lista dos meus  trabalhos prediletos realizados no colégio Universitas, junto com o projetão que eu fiz ano passado com algumas das garotas do Information Kingom : Marcella e Nuria.  Bem esse trabalho com certeza vai ficar para a história – tanto por nada sumir na internet quanto porque jamais o esquecei.
Então é isso, fico por aqui e beijinhos a todos que leram o Blog, cada ums dos mais de 13 mil leitores teve um enorme significado para nós. Foi como ter todo o esforço de postarmos no mínimo duas vezes por semana recompensado. 


Mariana Dagaz

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A chave de Sarah e o holocausto


Sessenta anos depois, uma jornalista descobre a história de uma garota que tentou livrar seu irmão de um campo de concentração.



            Um filme emocionante que se passa quando Hitler toma Paris e o governo Vicky começa. A protagonista é uma garotinha chamada Sarah que ao perceber os soldados nazistas invadindo seu apartamento no subúrbio de Paris,ela toma a rápida decisão de tentar salvar o irmão trancando-o no armário e prometendo buscá-lo depois.
            Porém este filme difere de muitos outros que tratam sobre o tema do holocausto, a história não é narrada pela pobre judia tendo os vilões como protagonistas. Primeiro porque os vilões são os franceses do partido nazista e quem conta a história é Julia uma repórter que recebe de seu chefe a missão de fazer uma reportagem sobre o aniversário do governo Vicky. No meio de suas pesquisas, Julia descobre que o apartamento em que seu sogro vivia era o apartamento da jovem Sarah.
            Os expectadores têm acesso a história de Sarah conforme Julia vai descobrindo as coisas em suas investigações. Deste modo, o filme nunca fica cansativo, variando entre passado e presente, a história  mostra momentos emocionantes e se divide entre a busca por saber o que aconteceu e a trajetória da garotinha.
            Não é uma história de superação, de dificuldade. É uma história de amor, amor de irmão o mais puro de todos. Movida pelo amor pelo irmão e a promessa de tirá-lo do armário, Sarah a única da família que detém a chave faz de tudo na tentativa de voltar a Paris. Movida por essa vontade Sarah junto com uma colega judia conseguem por um milagre fugir do campo de concentração.



            A jornada das garotas continua difícil, sendo fugitivas sem dinheiro ou saber onde é seguro ou não. Sarah nunca larga a chave e tenta pensar em um meio de voltar para Paris, mesmo sem saber onde  se encontra. No meio dessa jornada, elas encontram um casal de fazendeiros que tenta ajudá-las.
            Paralelamente a isso vemos a dificuldade da jornalista em encontrar pistas do que houve com Sarah, pessoas vivas que a conheçam. Além de todas as dificuldades, seu casamento está por um triz e talvez o único modo de salvá-lo seria consentir em fazer um aborto.
            Sarah durante a ocupação nazista na França se passa pelo neto do casal e por ser loira de olhos claros não chega a ter problemas com a policia. Quando o Exército vermelho começa a ganhar do exército nazista na Batalha de Stalingrado, o casal que havia  ajudado Sarah   consegue juntar dinheiro para levá-la a Paris e ir descobrir o que aconteceu com o irmão que ela deixou trancada em um armário escondido no apartamento.
            É neste momento que as histórias de Sarah e Julia realmente se encontram. Um casal havia se mudado há dois dias para o apartamento onde Sarah morava e quem abre a porta para a jovem judia é o filho do casal, este garotinho mais tarde se torna o sogro de Julia. O que aconteceu com o irmão de Sarah? Ele morreu ali esperando a irmã voltar segurando uma lanterninha, o corpo já entrando em decomposição. Esta condição  produzia um odor  estranho e forte, porém que os novos proprietários não sabiam de onde vinha.



            Depois disso, é possivel descobrir toda a trajetória de Sarah, Julia busca pela família que cuidou dela, pelo marido e o filho da garota. Não vou contar como terminou a trajetória de Sarah, quem quiser ver e chorar muito é só ver o filme.
Em dois momentos é dita a seguinte frase: “Somos produto de nossa história”. Ao fim do filme é isso que percebemos, o roteiro não é somente sobre as angústias de Sarah o filme nos revela toda a angústia que herdamos de nossos antepassados. A melancolia da Segunda Guerra ainda assombra a sociedade atual de vários modos. Descendentes de Judeus mortos ou sobreviventes, pessoas que têm mania de não jogar nada fora é apenas uma sombra Européia  dos momentos da guerra onde se tinha que guardar tudo. Tudo poderia ser usado para algo e não se sabia quando a guerra iria acabar para poder se encontrar produtos a venda novamente. Assim vai sendo descoberto o rastro de uma atrocidade que não pode ser apagado da história de nossas vidas simplesmente criando um estado judeu e falando que está tudo bem.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Lola Rennt


Oi gente!
Bom, to aqui pra fazer o meu ultimo post do blog ;/ to hiperchateada, afinal, esse trabalho de seis meses mexeu muito comigo e eu fiquei super feliz de fazer parte dessa coisa tão especial, que foi pra mim o Monopólio do Zé. Bom, o meu ultimo post vai ser sobre um filme que eu amo muito, chamado, Lola Rennt (tecla SAP: Corra Lola, Corra – como ficou conhecido aqui no Brasil).
O filme foi feito em 1998, na Alemanha (podem ter percebido isso pelo titulo rs) e nao teve muito sucesso. Na minha querida Deutschland, arrecadou apenas US$14 milhões e com o custo de 2 milhões de dólares. Foi dirigido pelo Tom Tylkwer e dura apenas 81 minutos.
A historia se passa em Berlin e é a seguinte:
Lola (interpretada por Franka Potente) tem um namorado chamado Manni, um idiota por sinal (interpretado por Moritz Bleibtreu), o coletor de uma quadrilha de contrabando e tambem vendedor de automóveis. O inteligente Manni perde uma mala com 100.000 marcos (moeda alemã ate a chegada do Euro) e tem 20 minutos para recupera-la, com a ajuda de sua namorada, senão arrumara problemas sérios com seu chefe, que custarão sua vida. A única solução que a ruiva consegue é ligar para seu pai, um presidente de um banco, correndo pelas ruas de Berlin com a tentativa de salvar o namorado.
O legal e diferente deste filme é que três finais são possíveis. Eu já vi os três e nao direi qual é meu favorito.



Sei que este post nao tem nada a ver com matérias do colégio e nem nada, mas foi em homenagem aos alemães, que leem nosso blog todos os dias e são um dos maiores visualizadores. Não queria agradecer apenas a eles, mas tambem aos portugueses, americanos, franceses, italianos, canadenses, angolanos, espanhóis, argentinos, poloneses, irlandeses, britânicos, chilenos, costarriquenhos, filipinos, croatas, vietnamitas, russos e todos os internautas do mundo todo que fizeram parte desse projeto do Information Kingdom. Serio, obrigada mesmo, de verdade. Nunca pensei que adoraria tanto um trabalho como este. Quem sabe a gente nao se vê por ai, afinal, a internet une as pessoas. Hahaha.
Bom, antes que isto fique maior do que já ta, eu me despeço do blog e de vocês por aqui!

Um beijão e ate algum dia!

Mah (:

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Marcha das Vadias




Elas lutam contra uma crença falha e preconceituosa, perpetuada dia após dia, por seres humanos que se julgam machos, superiores, quando na verdade não passam de lixo, agindo sempre como bichos irracionais.

            A Marcha das vadias é um movimento que surgiu em Toronto no Canadá, no dia 3 de abril de 2011 e desde então foi realizada em diversas partes do mundo, inclusive mais tarde no Brasil. A Marcha das vadias contesta contra a idéia machista de que as mulheres que foram estupradas pediram por isso graças as suas vestes. Durante a marcha as mulheres não precisam usar suas roupas cotidianas, elas usam salto alto, roupas curtas, decotadas, transparentes e insinuantes. No Brasil as mulheres ainda usaram as polemicas pulseiras pretas do sexo que foram usadas como desculpa para muitos abusos.
            O evento no Brasil aconteceu em São Paulo graças a um evento criado no Facebook, a primeira marcha foi na Rua Augusta. Um local de prostituição onde muitas mulheres que por algum infortúnio tem que passar por ali sofrem preconceito.



            As vadias marcham totalmente à flor da pele, estão seminuas e nem por isso murcham. Elas vestem minúsculos pedaços de pano e logo percebo: essas vadias com certeza têm um plano e estão cobertas apenas com o véu da razão, estando elas nuas, ou não.
            Elas estão por toda parte e hoje vencem enquanto pisam juntas e de salto alto sapateiam sobre as ruas esburacadas da censura decadente e com isso, esmagam milhões de testículos violentos. As vadias trajam total transparência e por trás daqueles tecidos quase invisíveis, é possível ver muito mais do que mamilos pontiagudos como facas – há uma exigência lógica e proibida de ser rejeitada por qualquer um de nós: elas ordenam respeito e tem que ser agora!
            As vadias, antes de serem vadias, são mulheres e precisam de muito peito para sê-las. As vadias também são as mães, amigas, esposas, irmãs e mais do que isso, elas são o grito estridente que clama pelo cumprimento do direito inviolável que todas as mulheres possuem: querem desfilar sozinhas pelas esquinas da vida, vestidas com milimétricos vestidos e nem por isso, serem confundidas com um convite falso para a invasão egoísta, repugnante e eternamente traumática, chamada estupro.



            As vadias não são bonecas infláveis, pois só farão sexo com quem, quando, onde e se assim quiserem. As vadias não são sacos de pancada e só poderão levar tapas se isso realmente der-lhes prazer e se esse tesão for algo consentido e desejado por elas. As vadias não nasceram condenadas a serem donas de casa, ao contrário do que os ignorantes pensam, mas serão as melhores se assim quiserem, pois antes de tudo, elas são donas de uma liberdade que ninguém lhes tira: o direito inquestionável de dizer sim ou não.
            Um dia esse mesmo garoto que julga e chama de vadia vai se apaixonar de verdade, e pode ser por uma dessas vadias. Eles podem ir parar no altar – porque essa história de que só a mulher que usa calça jeans, é dona de casa, muda, surda e não usa decote é quem se casa já está ultrapassada – e se ele quiser ter uma boa vida matrimonial ele deverá antes de tudo a tratar com o respeito que ela merece, a deixar decidir suas próprias roupas e apoiá-la. Porque se ele se casou com ela, foi pro ela que ele se apaixonou.
            O mundo da voltas, milhares delas para falar a verdade. As mulheres que estão lutando pelos seus direitos não estão lutando para abrir as pernas e exibir a sua intimidade como alguns dizem. Elas lutam pelos mesmos direitos dos homens, o direito de serem livres. O direito de poderem usar a roupa que quiserem e os homens pararem de achar que isso é um pretexto para o estupro. Para que quando uma mulher for estuprada o primeiro pensamento da sociedade, dos jornais, da mídia e dos homens em geral não seja: “ela devia estar provocando com roupas curtas...”. Um protesto contra a hipocrisia machista.





Fonte: http://www.casalsemvergonha.com.br/2012/05/28/o-que-podemos-aprender-com-a-marcha-das-vadias/

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Uma Pequena Dica

Esse é oficialmente o meu último poste no blog, então decide não comparar um filme com um fato histórico como sempre faço (talvez faça outro post depois comparando, talvez...), mas sim falar de 3 filmes que eu adoro, uma recomendação para ver ou rever.

O primeiro é romântico, e é uma daquelas histórias que tem 1% de chance de acontecer, sabe? Mas as vezes precisamos disso, principalmente as mulheres não é mesmo? hahaha (risos). Bom, o filme é: "Uma Linda Mulher" (1990), e conta a história de um empresário muito rico (Edward Lewis - Richard Gere) que ao passar uns dias em Hollywood por causa do trabalho, conhece uma prostituta (Vivian - Julia Roberts) e acaba se apaixonando por ela. A parte que mais gosto do filme:


O segundo filme todo mundo conhece, mas não custa rever, já que é um dos filmes de maior sucesso entre os adolescentes: "Harry Potter". Aposto que todos que lerem esse post conhecerão o filme, mas não custa contar a história... Um poderoso bruxo (Voldemort) começa a aterrorizar e matar outras pessoas, mas um bebê (Harry) consegue vence-lô e sua história fica famosa. E a cada filme ele tem que derrotar um inimigo ou um obstáculo. Vejam um vídeo que mostra as melhores partes dos 8 filmes:


E por último, mas não menos importante: "O Senhor dos Anéis". Essa trilogia não é para qualquer um, os filmes são ótimos mas exigem paciência, já que cada um não tem menos de 3h de duração. A história é de um anel que pertenceu a um rei tomado de tanta sede de poder, mas com a morte do mesmo, o anel vagava de mão em mão em busca que seu dono (na forma de espectro) o achasse novamente. Um vídeo com um resumo da trilogia:


Espero que tenham gostado desses meses de blog em que postamos curiosidades, informações e fatos históricos através de filmes, um jeito mais divertido de aprender. Foi um prazer dividir esse momento e o blog com vocês. Até a próxima, sentirei saudades! Beijos Lu.  

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

EUA, pura alienação - Sonhos, Grilos e Paixões





Um mundo de reproduções
Ninguém pensa, ninguém vê
Sombras vagam pela terra
Alienadas de sua subordinação

Quem manda? Quem detém o poder?
Poucos sabem, poucos se importam
Todos são peões em um jogo que não controlamos
Sacrifícios serão mesmo necessários?
Muitos devem morrer para favorecer a poucos?

Chega, acorde, pense
Tudo tem que mudar, as pessoas... o mundo
Que amanhã está sendo germinado?
Que futuro colheremos?

- Mariana Dagaz

Grupo:
Luizi Tavares
Marcella Antunes
Mariana Dagaz
Núria della Volpe

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Shaman King e os ideais do Nazismo




Tudo bem... tudo bem eu sei que hoje não era dia de se postar um anime. Vocês devem estar se perguntando o porquê dessa troca pela segunda semana consecutiva. Quem fala aqui é a Mariana Dagaz – que cuida da parte de animes e deveria postar só nesta quinta-feira – mas a Luizi que postaria sobre algum filme hoje está enrolada editando o nosso trabalho de vídeo então eu vim adiantar o meu post para dar uma força para ela.
Não queríamos abandoná-los, afinal nos mantivemos firmes e fortes postando toda semana haja simulado, Enem ou provas desde que o blog foi fundado. Deixá-los na mão na reta final seria muito triste. Como podem ver a troca foi feita com a melhor das intenções então espero que aproveitem as comparações que faremos.
Shaman King é uma série de anime de 2001 que marcou a infância de muitos dos atuais adolescentes – a minha infância foi uma das marcas – por ser dinâmica, ter ação e poucos episódios. A história tem como protagonista Yoh Asakura é um jovem desligado da vida, mas que possui poderes inimagináveis: ele consegue ver e falar com espíritos, ele consegue incorporar almas e usar as habilidades especiais do espírito e muito mais. Ele consegue fazer isso por ser uma xamã, uma pessoa que se conecta com o mundo dos vivos e dos mortos.



Os xamãs são uma linhagem antiga de pessoas que conseguem conectar-se aos dois mundos. Não é necessariamente hereditário, mas eles veem mais e sabem de mais coisas que os humanos normais. A cada 500 anos existe um duelo para decidir quem será o rei xamã e conseqüentemente essa pessoa irá decidir o  futuro de todo o mundo.
Tudo bem vocês devem estar me achando completamente louca e não entendo o porquê de eu querer comparar esse anime com o nazismo. No geral, os meus outros post  deixavam um tanto óbvio algumas comparações, nesse não é tão simples mas espero conseguir transmitir o meu raciocínio.
Vamos começar explicando os 3 principais pontos do nazismo que o diferenciam dos outros regimes totalitários do período entre guerras e talvez algumas pessoas já consigam fazer as ligações. Mas não se preocupem quem não conseguir visualizar tudo no início eu ainda irei me aprofundar no assunto.

·        O Anti-semitismo: Os judeus eram um povo, não importava as fronteiras fixas de países eles são unidos por algum muito forte. Para existir um regime totalitário todos deviam ver a Alemanha como a melhor, os judeus estarem ali iria contra os ideais do Hitler. Os Judeus têm a cultura de não gastar, preservar o dinheiro e por isso mesmo com a crise na Alemanha eles se mantinham ricos e bem. Isso foi usado para espalhar o ódio contra eles.
·        Arianismo: A raça ariana é a pura e a superior, o mundo deve ser purificado começando pela Alemanha. Os judeus são uma raça pura, mas corrompida que deve ser eliminada.
·        O Espaço Vital: Conquistar terras, expansão territorial. Começando pela  área perdida no tratado de Versalhes.

Acho que já está na hora de eu explicar o que realmente liga este fato histórico com o anime. Um único personagem faz toda diferença e une os dois, o nome do personagem é Hao Asakura e sim ele tem o mesmo sobrenome do protagonista.
Hao Asakura participou da batalha para se tornar o rei xamã de 500 anos atrás e perdeu, ele reencarnou agora e sua alma foi divida entre os gêmeos Hao e Yoh. Hao foi criado pelo espírito do fogo (seu espírito guardião de 500 anos atrás) e Yoh pelos pais. O antagonista acredita que o mundo está sujo e impuro e precisa ser limpo, que os únicos que têm direito a andar pela terra são os xamãs.
Já podemos ver algumas coisas ai para compararmos. Hitler direcionou a sua fúria para os povos impuros, judeus, e Hao para a raça impura dos humanos sem poder espiritual. Ele consegue convencer um bom grupo de xamãs em seus ideais, esse grupo começa a segui-lo e lutar por ele.






Em determinado momento Hao diz uma frase que foi como uma luz na minha cabeça e foi de onde eu comecei a fazer as comparações, quando ele conta do seu plano, dos seus ideais e no que ele acredita, ele usa a seguinte frase: “Irei separar o joio do trigo” essa frase tem muito significado.
Para começar ela é bíblica, mas o modo como ela é empregada já demonstra claramente as intenções de Hao. Ele é poderoso e caso se torne o rei xamã (O Shaman King) o mundo estará perdido e não será mais da forma que conhecemos. Bem se Hitler tivesse vencido, o mundo de hoje em dia não seria o mesmo.
Para enfrentar Hitle,r o inimigo que o derrotou e saiu como verdadeiro vitorioso foi a Rússia que na época tinha um acordo de não ataque com a Alemanha que foi rompido pela segunda vez. O grande inimigo e adversário de Hao é por acaso o seu irmão gêmeo,aquele que poderia ser o seu maior aliado se torna o seu grande inimigo.
Bem essa é a minha comparação, a 2ª Guerra Mundial só pode ser explicada se souber identificar as ideias do partido nazista e isso eu tentei explicar ao máximo afinal é um tema bastante pedido em quase todos os vestibulares. Até o próximo post que será sobre filmes na quinta.


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Forrest Gump – O Contador de Histórias


O mundo nunca mais será o mesmo depois de ver através dos olhos de Forrest Gump




            Esse texto foge um pouco da nossa proposta – aquela mencionada no primeiro post do nosso grupo – mas sabe quando você vê um filme e sente uma necessidade de escrever sobre ele? Foi isso que eu senti quando assisti o filme e quando, para a minha alegria, a professora de redação apareceu pedindo para que postássemos no blog... Bem eu fui às nuvens.
             Já ouviram falar sobre não julgar um livro pela capa? Tudo bem isso é errado, mas em um filme no geral dá para saber se ele será bom ou não pelos primeiros 3 minutos. Pois bem Forrest Gump – O Contador de Histórias começa com uma simplória pena  branca sendo levada pelo vento. Ela não é  uma origem, uma razão ou um destino ela simplesmente está sendo levada pelo destino. Ela surge voando de forma inocente da  torre mais alta de uma suntuosa igreja, passa entre algumas pessoas apressadas em um típico centro urbano americano e então pousa nos pés de um dos poucos homens que não a olharia com ar de lixo, dispensável ou repulsa: Forrest Gump.
            O protagonista não é um homem qualquer, para começar ele é um garoto com  um QI 5 pontos abaixo da média normal e por ter um problema na coluna é obrigado a usar um aparelho enorme nas pernas. Mas isso não o incomoda, nem incomoda a sua mãe que faz de tudo para que ele seja tratado como um garoto normal e, principalmente, não incomoda a sua melhor amiga Jenny. Os garotos do seu colégio assim como os professores o veem como um garoto estúpido chegando a persegui-lo no início, mas ele não é nada disso. Na verdade Forrest é apenas um garoto ingênuo, iluminado e disciplinado que vê o mundo de uma perspectiva diferente procurando sempre o lado positivo e se agarrando às pequenas coisas.
            No início, eu não consegui ver isto com clareza mas até o final do filme é fácil notar que Forrest mesmo sem perceber acaba fazendo parte direta ou indiretamente nos anos que correspondem entre as décadas de 50 a 70. Ele participa dos  momentos mais importantes da história americana meio que por acaso (se eu tivesse que estudar a história americana eu veria esse filme, pode apostar).



            Ele ensina Elvis Presley a rebolar,  presencia George Wallace tentando impedir a entrada de estudantes negros na universidade do Alabama, é um dos heróis da guerra do Vietnã, inspira a musica Imagine do John Lennon, inspira a famosa frase Shit Happens, é uma das primeiras pessoas a notificar as autoridades sobre as suspeitas atividades no Hotel Watergate, ajudou na fundação da empresa Apple e as poucas coisas das quais não fez parte, sua melhor amiga Jenny – que também é o amor da sua vida – participou.
            Forrest pode ser o protagonista, mas existem alguns personagens que de alguma forma nos tocam mais do que até mesmo o protagonista em alguns momentos. E não são personagens simples, porque para cativar mais do que Forrest Gump eles têm que ser especiais. Uma dessas personagens é a mãe do nosso herói.
            Ela criou o filho sozinha em uma época ainda muito machista, ela queria que ele fosse tratado como todos os garotos e teve que lutar muito para que ele pudesse estudar em um colégio normal. Quando Forrest se formou na faculdade e quando ele conseguiu um emprego (no exército e depois como jogar de ping pong profissional) eu consigo ver o quanto ela se sentiu feliz porque o filho conseguiu ir mais longe do que todas as expectativas. Porque o filho mesmo com todas as dificuldades conseguia seguir normalmente com a vida.



            Nem preciso falar que Jenny me cativou no inicio quando ela quis ser amiga de Forrest quando ninguém mais quis. O tempo passou e eles continuaram como pão e manteiga e por mais que algumas vezes ela tenha trilhado o caminho errado e feito péssimas escolhas, eu não consigo julgá-la mal. Quando pequena, ela era abusada pelo pai e isso deixa nela marcas fortes. Ela cresce e vai tentando se encontrar nesse mundo confuso  e busca realizar seus sonhos.
            Um personagem que me chamou a atenção foi o Tenente Dan que é apresentado quando Gump vai lutar no Vietnã. Ele é uma daquelas pessoas que tem a vida toda planejada, que tinha expectativas e que por algo além do seu controle viu  tudo no que acreditava e esperava virar uma impossibilidade. O Tenente Dan esperava morrer na guerra como um herói assim como todos os seus antepassados (pai, avô...), mas acaba sendo salvo por Forrest e voltando da guerra como um inválido sem pernas. No início, ele vai parar no mundo da bebida e  culpa Forrest por seus problemas. Mas é Forrest que o ajuda a se recuperar, a fazer as pazes com o mundo e no final o tenente Sam acaba fazendo parte dos sócios da Apple e recuperando a fé no mundo.
            A capacidade de Gump de não julgar ninguém por sua cor de pele, inteligência, aparência física ou por qualquer outra coisa, e por não tentar ganhar vantagem em cima de ninguém é impressionante. Acredito que justamente por ele querer ser tratado como todo o resto, ele trata a todos como gostaria de ser tratado. Sua mãe e Jenny entendem e aceitam isso nele, assim como com o decorrer do filme o Tenente Dan também.
            Este é um daquele filmes que te faz parar para refletir sobre a vida, sobre como você a leva e sobre o que vai fazer com ela daqui para frente. Forrest superou todas as dificuldades que a vida lhe impôs, ele viveu mais do que muitas pessoas viveriam e não se perdeu ou deixou de ser ele mesmo. No final quando ele conversa com o tumulo de Jenny é de partir o coração, assim como no momento em que ele leva o filho para pegar o ônibus do colégio. É como que um remember de quando o próprio Forrest iniciou sua vida escolar interagindo com outras pessoas, mas agora é a vez de Forrest Gump Jr escrever sua história e fazer a sua vida valer a pena. O pai põe o livro que sua mãe lia para ele quando mais jovem na mochila do filho e aquela pena do inicio do filme sai voando novamente, talvez encontrando outra pessoa que a de o devido valor. Achei isso simbólico e um fim tão digno quanto o inicio.




“Mamãe sempre dizia que a vida é como uma caixa de bombons, você nunca sabe o que vai encontrar”

domingo, 4 de novembro de 2012

Tropa de Elite: triste realidade violenta




Muitos já assistiram ao filme Tropa de Elite, um filme famoso,  nacional, que foi lançado em 2007, e seu tema é a violência urbana na cidade do Rio de Janeiro,  infelizmente, o comparo com a realidade.
Atualmente está se tornando cada vez mais banal escutar sobre assaltos, assassinatos. A violência esta implantada no nosso cotidiano: não há registro de sequer um dia de paz no planeta. Tão desumano o modo como nos agredimos, nos desrespeitamos por razões egoístas e muitas vezes irracionais.  
Para explicar melhor, divulgo um texto que encontrei na internet que expressa melhor a violência em foco, a do Brasil
A violência se manifesta por meio da tirania, da opressão e do abuso da força. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Existem diversas formas de violência, tais como as guerras, conflitos étnico-religiosos e banditismo.
A violência, em seus mais variados contornos, é um fenômeno histórico na constituição da sociedade brasileira. A escravidão (primeiro com os índios e depois, e especialmente, com a mão de obra africana), a colonização mercantilista, o coronelismo, as oligarquias antes e depois da independência, somados a um Estado caracterizado pelo autoritarismo burocrático, contribuíram enormemente para o aumento da violência que atravessa a história do Brasil.
Diversos fatores colaboram para aumentar a violência, tais como a urbanização acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. Colaboram também para o aumento da violência as fortes aspirações de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho.



Por outro lado, o poder público, especialmente no Brasil, tem se mostrado incapaz de enfrentar essa calamidade social. Pior que tudo isso é constatar que a violência existe com a conivência de grupos das polícias, representantes do Legislativo de todos os níveis e, inclusive, de autoridades do poder judiciário. A corrupção, uma das piores chagas brasileiras, está associada à violência, uma aumentando a outra, faces da mesma moeda.
As causas da violência são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança, contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência.
A violência se apresenta nas mais diversas configurações e pode ser caracterizada como violência contra a mulher, a criança, o idoso, violência sexual, política, violência psicológica, física, verbal, dentre outras.
Em um Estado democrático, a repressão controlada e a polícia têm um papel crucial no controle da criminalidade. Porém, essa repressão controlada deve ser simultaneamente apoiada e vigiada pela sociedade civil.
Conforme sustenta o antropólogo e ex-Secretário Nacional de Segurança Pública , Luiz Eduardo Soares: "Temos de conceber, divulgar, defender e implantar uma política de segurança pública, sem prejuízo da preservação de nossos compromissos históricos com a defesa de políticas econômico-sociais. Os dois não são contraditórios" .
A solução para a questão da violência no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, não só a segurança pública e um judiciário eficiente, mas também demanda com urgência, profundidade e extensão a melhoria do sistema educacional, saúde, habitacional, oportunidades de emprego, dentre outros fatores. Requer principalmente uma grande mudança nas políticas públicas e uma participação maior da sociedade nas discussões e soluções desse problema de abrangência nacional.


Como se pode ver, a causa da violência no Brasil está vinculada com a política e com a educação (a falta dela, no caso).
Atualmente, principalmente nas ultimas semanas, parecemos estar em guerra: polícia contra ladrões, disputando violência, não há como saber quem é mais ameaçador. Por experiência própria, nem sei o que dizer sobre a polícia, já flagrei policiais espancando um homem que estava bêbado, provavelmente, eles o espancavam com uma cadeira, e com aquele negocio que eles portam que deve doer se bater. Não sei quem é mais violento. Mas não se combate fogo com gasolina.
Sobre filme Tropa de Elite, não arranjo palavras para descrever a violência, a maldade, com a intensidade certa. Assista ao vídeo e aos filmes.  



Como pode em um pais que não há pena de morte, os policiais terem direito de chegar na favela e sair atirando nas pessoas?



terça-feira, 30 de outubro de 2012

Ashita no Nadja e o início do século XX na Europa


Bom, eu sei que hoje o post é (ou deveria ser) sobre filmes, como toda terça feira, mas hoje eu, Mah, que sou responsável pela parte dos filmes, junto com a Lu, conversei com o grupo para postar sobre um anime que desde criança mexeu comigo de uma forma incrível, que se chama Ashita No Nadja (tecla SAP por favor: Nadja do Amanhã).


Bom, a história é bem fácil e até um pouco bobinha pra muitos. Passa-se no início do século XX, exatamente na primeira década. A personagem principal se chama Nadja Applefield, uma garota de 12 anos que mora no orfanato Campo das Maçãs desde que era um bebê. Um dia, a diretora do orfanato a chama para lhe dar um presente de um desconhecido, que tinha um diário e um vestido de gala. Ela descobre que sua mãe pode ainda estar viva. O vestido foi usado pela sua mãe em seu primeiro baile de gala, aos treze anos e este diário era seu diário de baile, muito comum pela nobreza no século XIX. Quando a criança alcança os 13 anos, é obrigada a sair do orfanato e procurar um emprego de aprendiz em algum lugar da Europa. Após um incêndio no orfanato próximo a Londres, Nadja foge e acaba indo trabalhar numa companhia de circo, a companhia Dandelion e é uma das principais atrações do circo com sua dança.

vestido da mãe de Nadja
Diário da mãe de Nadja


No meio da história, ela viaja por vários lugares da Europa (Roma, Veneza, Londres, Paris, Suíça, Alemanha... tanto capitais como o interior) e pode-se ver o desenvolvimento destes lugares a cada visita que a companhia faz por lá. A garota fica encantada com um cavaleiro loiro de olhos claros, chamado Francis Harcout, filho de uma família nobre inglesa e chefe de caridade de várias instituições. O que ninguém sabe é que ele tem um irmão mais velho, que fugiu aos 15 anos de casa, chamado Keith (ou Kent), que hoje rouba jóias dos ricos e dá aos pobres, um verdadeiro Robin Hood das cidades.
Seu coração fica dividido entre os dois garotos. Não vou dizer com quem ela fica no final, é claro! Mas cheguei até a chorar em algumas partes pelo que os garotos faziam por essa garotinha de apenas 13 anos que sonha em conhecer a mãe. Como qualquer desenho, o bem sempre vence e Nadja reencontra a mãe, por mais que isso demore quase a série toda e escolhe seu cavaleiro (Rosa Negra ou Rosa Branca).


Bom, confesso que sempre gostei mais dos bad boys de seriados e animes, então sou 100% TEAM KEITH (nem sei se isso existe, mas curto bem mais o Robin Hood).  Aqui tem uma foto dos dois com a Nadja (:

Keith, meu favorito <3

Quem gosta daqueles animes a lá Sakura Card Captors, Mew Mew Power e Sailor Moon, vai curtir, com certeza! E até eu, que sou apaixonada por Dragon Ball me apaixonei e me envolvi demais com a história! Tenho até 3 DVDs em casa, pra vocês terem noção! Haha.

Espero que tenham gostado! Beijos e até a próxima!